Market share da nova pontocom domina sobre líder de varejo e-commerce.

(os dados são do meio & mensagem - 09/12/2009 - 9:41hs)

Avaliação é da Serasa Experian que apontou uma elevada taxa de crescimento de visitas nos sites Casas Bahia, Ponto Frio e Extra, que formam uma nova empresa
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08 de Dezembro de 2009 às 15:50


Um estudo da Serasa Experian indica que a nova pontocom resultante da associação entre Casas Bahia, Grupo Pão de Açúcar e Globex (controlada pela companhia comandada pela família Diniz) é uma séria ameaça à liderança no varejo eletrônico do grupo B2W, que tem Americanas.com e Submarino.

De acordo com a análise, obtida por meio da Serasa Experian Hitwise (solução que fornece informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil sites), os endereços das lojas onlines de Casas Bahia, Extra e Ponto Frio - que formam a nova pontocom - tiveram um crescimento de 70,5% no market share de visitas, entre abril e novembro. Nesse mesmo período, os sites da B2W registraram uma alta de 11,1% no mesmo quesito. É esse ritmo que pode fazer a nova empresa subir a ponto de tomar o primeiro lugar dos sites do grupo rival.

A B2W continua na liderança, com share de visitas de 41,81% no segmento (Americanas respondem por 26,62% e Submarino, 15,19%). Com a associação, a nova pontocom passa o site de Magazine Luiza, que estava em terceiro, com 8,87%. Somadas as participações de suas lojas eletrônicas, a companhia detém 22,25%. Das três que a compõem, a melhor performance é das Casas Bahia (8,21%), seguida de Extra (8,03%) e Ponto Frio (6,01%).

Confira abaixo a lista dos sites segundo a Serasa Experian, com share de visitas (atualizado até 05/12/2009):

1. Americanas (*) - 26,62%
2. Submarino (*) - 15,19%
3. Magazine Luiza - 8,87%
4. Casas Bahia (**) - 8,21%
5. Extra (**) - 8,03%
6. Shoptime (*) - 6,63%
7. Ponto Frio (**) - 6,01%
8. Walmart Brasil - 5,75%
9. CompraFácil - 5,20%
10. Amazon.com - 2,08%

(*) Grupo B2W
(**) Nova Pontocom
Posted on 03:36 by Daniel Silva and filed under | 1 Comments »

Naspers compra 91% do BuscaPé por US$342,00

O grupo de mídia sul-africano Naspers anunciou nesta terça-feira a aquisição de 91% das ações da companhia de comércio eletrônico Buscapé, por US$ 342 milhões. A companhia - que, no País, tem participações na Editora Abril (30%)e na empresa de tecnologia Compera nTime - comprou a fatia do fundo Great Hill Partners, então sócio majoritário do Buscapé, e de cinco dos nove sócios minoritários.


Três dos fundadores do site, além do criador do Bondfaro, concorrente adquirida há três anos, permanecem como sócios e executivos do negócio por um prazo de cinco anos.

Em comunicado, a Naspers informou que a aquisição será financiada com recursos próprios e que a equipe administrativa do Buscapé será mantida. Além do site de comparação de preços, o grupo nacional tem outras quatro marcas, como a rede de classificados QueBarato! e a consultoria do setor eletrônico e-bit. Suas receitas vêm de publicidade, venda de plataformas de comércio eletrônico e ferramentas de busca utilizadas em mais de cem portais e websites, como Americanas, Microsoft, Globo e Abril, e mais de 320 mil lojas físicas e virtuais.

Para a Naspers, que tem feito aquisições em mercados emergentes, o negócio será uma forma de avançar na área de comércio eletrônico na América Latina, onde, avalia a empresa, a penetração da Internet ainda é baixa. "A Buscapé nos dá operações em rápido crescimento, em linha com nosso foco em e-commerce e com atuação nos mercados mais importantes da região", afirmou o diretor de Internet da Naspers, Antonie Roux. (Direita, CEO da Naspers)

O grupo sul-africano, que tem negócios em mídia impressa e eletrônica, comprou recentemente operações de comércio eletrônico no Leste Europeu. Também atua na China, Rússia, Índia e África subsaariana. Hein Brand, presidente da Naspers para a América Latina, comentou que "após os investimentos na Abril e na Compera nTime, a Naspers desenvolveu um bom entendimento do crescente mercado brasileiro. O BuscaPé é um dos poucos grupos estabelecidos nesta indústria, e pode crescer ainda mais", informou o executivo, em comunicado.

O presidente e um dos fundadores do Buscapé, Romero Rodrigues, afirmou que a aproximação entre as empresas começou há dois anos. Segundo ele, a marca continuará a existir e a empresa não será incorporada por outra do grupo Naspers. "Estamos estudando sinergias com outras empresas do grupo que fazem a mesma coisa."

Criada há dez anos por estudantes da Universidade de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas, a companhia começou com 35 lojas cadastradas e 55 mil visitas ao mês. Este ano, o grupo deve fechar com 600 mil lojas cadastradas e 62 milhões de usuários.

A empresa não revela o faturamento. Em 2006, após a fusão com o Bondfaro, as receitas anuais eram de cerca de R$ 30 milhões. A companhia tem operações em 28 países da América Latina.

Segundo dados da consultoria e-bit, que também pertence ao grupo Buscapé, o comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 3,8 bilhões no primeiro semestre. No terceiro trimestre, o crescimento em relação ao ano passado foi de 30%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

(Fonte Último Segundo 18:20hs - 01/10/2009)


Posted on 14:05 by Daniel Silva and filed under | 0 Comments »

Gigante criadora de e-gigantes.


E de onde surgiu esse ramo de comércio? A palavra e-commerce teve inicio nos Estados Unidos pela pioneira e mais conhecida das lojas virtuais, o site Amazon.com. Vista atualmente como um grande exemplo de e-commerce, a Amazon acendeu a luz para empresas brasileiras a iniciarem essa atividade no comércio eletrônico. Sediada na cidade de Washington, vendia somente livros no começo das atividades.

A empresa foi fundada em 1994 e lançou o site pela primeira vez no ano seguinte, 1995. Hoje, a Amazon oferece diversas categorias de produtos (livros, computadores, eletrônicos entre outros).
Podemos considerar que Jeffrey Bezos (foto), é um homem que teve a "sacada". Dono da Amazon.com, adequou o site da empresa em 7 países, contando com a do EUA. Com um faturamento de US$1,64 bilhões de dólares em 1999, seu faturamento teve um crescimento de 170% sobre 1998. Para quem queria chegar a um bilhão de dolares em 2000, se enganou e superou suas expectativas.
Com essa Gigantesca idéia logo veio a Livraria Cultura, com o primeiro e-commerce no Brasil. Hoje ela é dirigida por Sergio Herz, total responsável pelo e-commea Submarino, muito conceituada no ramo, controlada pelo Grupo B2W e também dona da Americanas.com.

A Submarino surgiu no mercado em 1999. O projeto foi iniciado em 1996 por Antonio Bonchristiano (presidente), Marcelo Ballona e Flávio Jansen, e inicialmente tinha o nome de TBL S.A. Não partiram de um marco zero; ao invés disso eles compraram a livraria virtual Booknet, considerada na época uma das melhores e primeiras livrarias virtuais. Em 5 meses, estava pronto o processo de criação da marca. No primeiro ano a empresa Total Express foi responsável pela a armazenagem, picking e packing (separação e preparação de pedidos). O nome surgiu de um processo demorado, com pesquisas que reuniram os pontos chaves para associar o nome às suas expectativas. Além de ser relacionado a um veículo veloz, seguro e eficiente, o nome remete ao Oceano com sua imensidão e infinita quantidade de espécies. É então que surge o Submarino, mais um incentivo para quem precisa de um na criação de seu e-commerce.
Posted on 12:31 by Daniel Silva and filed under | 0 Comments »

Qual a "e-diferença"?

Quando escrevi a descrição do blog (vou ter que corrigir isso), fiquei me perguntando, "Qual a diferença em e-commerce, comércio eletrônico e lojas virtuais?" E cheguei a seguinte conclusão, todos tem o mesmo objetivo.

O conceito de e-commerce (eletronic commerce), ou comércio eletrônico é anterior à web, pois em 1970 surgiram o EDI (Electronic Data Interchange), que significa troca estruturada de dados através de uma rede de dados qualquer, e o EFT (Electronic Funds Transfer ou Transferência Eletrônica de Fundos), que através de redes informáticas privadas constituíam formas de efetuar transações intraempresa e interempresas. Durante décadas, grandes empresas, tais como bancos, companhias aéreas, grandes retalhistas e produtores utilizaram estas ferramentas, aumentando significativamente a eficiência dos processos entre comprador e vendedor, otimizando estoque e melhorando o serviço ao clientes. Isso quer dizer que esse mecanismo não é novo, só está sendo aprimorado com o avanço da tecnologia.

Vindo para o trabalho, peguei um jornal do Metro, esse que é distribuído gratuitamente em faróis e alguns pontos do bairro da Vila Olímpia e uma reportagem me chamou muita atenção "e-commerce cresce 27% no 1º semestre em relação ao ano passado", dados fornecidos pela e-bit informam que consumidores online estão procurando produtos mais caros com mais frequência, podemos destacar dentre eles os
eletrodomésticos, devido a redução do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), isso é sinal que esse ramo de atividade é uma grande saída para quem está procurando abrir uma empresa, trabalhar com uma loja virtual acaba sendo muito interessante e eficaz na época que estamos e com boas informações pode agregar mais o conhecimento e ajudar fazer a melhor escolha em que produto focar seu empreendimento. Agora cabe a você escolher, e-commerce, loja virtual ou comércio eletrônico? Sempre aberto a novas idéias continuarei a escrever novos posts e espero poder ajudar todos que tenham o interesse ou já fazem parte desse meio que é a era digital!!!


Posted on 13:25 by Daniel Silva and filed under | 2 Comments »

WWF, DM9 e a "infeliz idéia" de usar o 11 de setembro.

Grande idéia que afetam os americanos e empobrecem a publicidade por limitarem esse tipo de "sacada!"